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APÓS PROMETER DIMINUIR PERSEGUIÇÃO, GOVERNO CHINÊS PRENDE MAIS CRISTÃOS

Após prometer diminuir perseguição, governo chinês prende mais cristãos
23 cristãos estão desaparecidos após terem igreja fechada pela polícia. Oficialmente, o governo comunista da China defende o ateísmo, mas, diferentemente da ex-União Soviética, deixou de encarar a religião como “o ópio do povo”. Foi o que indicou o novo diretor da Administração Estatal para os Assuntos Religiosos, Wang Zuoan.

“O Partido Comunista Chinês começou a encarar a religião com uma perspectiva mais positiva”, disse Wang Zuoan em uma entrevista recente ao jornal Diário do Povo, órgão oficial do Partido Comunista chinês. “A antiga União Soviética e as nações do (extinto) Pacto de Varsóvia não conseguiram lidar bem com as questões religiosas. Isso serviu como uma grande lição para a China”, acrescentou.

O diretor reconhece que “a influência da cultura ocidental na China, incluindo o cristianismo, aumentou muito… é normal que a religião se consolide durante o processo de modernização de um país… A sociedade chinesa está se tornando cada vez mais tolerante. As pessoas não são mais assediadas por seguirem uma religião… O governo chinês atribui à religião um papel mais positivo, encorajando que ela se adapte à sociedade socialista”, assegurou.

“Basicamente, a religião defende a paz, a reconciliação e a harmonia… e pode desempenhar um importante papel na sociedade. Mas devido a vários fatores complexos, a religião pode se tornar uma isca para a agitação e antagonismo. É preciso ser muito claro sobre este ponto”, encerrou Wang.

Mas na prática, a perseguição continua. Em meados de novembro, cerca de uma dúzia de policiais entraram na Igreja Cristã de Nanle, na província de Henan. Zhang Shaojie, que é o pastor da igreja, e mais 23 membros foram presos e levados para um local não divulgado.

Desde então ninguém sabe como eles estão e se continuam vivos. A prisão arbitrária gerou uma onda de protestos dos membros da família e da igreja, que desde então tem se reunido em frente à delegacia de polícia local. De acordo com a ChinaAid, uma missão internacional que luta pelos direitos religiosos na China, as autoridades ameaçaram os manifestantes e alguns foram presos, incluindo as duas das irmãs do pastor.

A prisão de Pastor Shaojie acabou gerando um efeito negativo em cascata para o governo. Primeiramente por que ocorreu apenas um dia após o Comitê Central do Partido Comunista prometer acabar com o programa de “reeducação pelo trabalho”. Já são 50 anos de duração desta variação da lei, a qual permite que qualquer cidadão seja condenado a até quatro anos de prisão pela polícia, sem passar por um julgamento.

O outro aspecto negativo é que a igreja pastoreada por Shaojie não era uma reunião ilegal feita nas casas. Trata-se de uma igreja que possui o registro junto ao governo. Por causa disso, surge um novo motivo de preocupação para os milhões de cristãos chineses que acreditavam que o governo finalmente relaxaria em sua perseguição ao cristianismo.

Organizações como a ChinaAid vem divulgando informações sobre a Igreja Perseguida na China há anos e pressionado a Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional, do governo norte-americano. O objetivo é levar esse tipo de debate para as assembleias da ONU e para isso usam todos os grupos de defesa dos Direitos Humanos que se interessem pelo caso.

A liberdade de religião é garantida pelo artigo 36 da Constituição chinesa, embora seja limitado a organismos religiosos sancionados pelo Estado. Todos os que praticam a sua religião fora destes parâmetros podem ser acusado de participar de atividades ilegais.

Oficialmente, o número oficial de cristãos na China é cerca de 20 milhões, sendo dois terços de evangélicos. A religião com mais adeptos na China é o budismo. Segundo o governo, depois vem o islamismo. Somadas, elas reúnem cerca de 60 milhões de seguidores. ONGs cristãs estimam que podem existir até 50 milhões nas chamadas igrejas subterrâneas, que se reúnem sem autorização do governo.

PROGRAMA DA GLOBO FAZ PIADA COM A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

Programa da Globo faz piada com a crucificação de Jesus
O programa “Junto & Misturado” do último domingo (8) tentou fazer piadas com diversas religiões. As esquetes tentaram fazer humor com diversas situações, criando um debate sobre os exageros em diversas crenças.

Em uma delas os atores ouvem, em uma mesa de bar, a atriz Gabriela Duarte dizer que fez um despacho. Dessa conversa os humoristas começam a brincar com as religiões. Outra esquete mostra Jesus com alguns assessores discutindo estratégias de marketing, como o uso da cruz, os pregos e a ressurreição.

Ainda falando do cristianismo, os humoristas brincaram com uma aparição de Nossa Senhora na parede de um apartamento. Outra situação eles criaram um drive-thru confessionário onde as pessoas confessam seus pecados e recebem a penitência. Eles chegaram a fazer uma cena em uma igreja cristã para surfistas que tem uma prancha como púlpito, uma clara referência à Igreja Bola de Neve.

Nem os muçulmanos escaparam da brincadeira, duas atrizes brincaram sobre o Niqab. Uma delas foi à praia com a vestimenta e apenas os olhos ficaram bronzeados. Em outra cena eles falam de uma “aula” de como ser um homem bomba.

Não é a primeira vez que o grupo de atores, liderados por Bruno Mazzeo, fazem brincadeiras com religiões. Em outubro o “Juntos & Misturado” fez uma brincadeira com a última ceia de Jesus. 

O FILME DEPOIS DA TERRA E 1ª TIMÓTEO 5.8

O novo filme de M. Night Shyamalan é uma ficção científica singular, pois traz um discurso antigo, a importância da família. Ademais, a obra tem como protagonistas pai e filho (Will e Jaden Smith).
Há 1000 anos, um cataclismo tornou a Terra um lugar hostil e forçou os humanos a se abrigarem no planeta “Nova Prime”. A espécie humana corre risco de extinção novamente. Alienígenas liberaram as ursas, monstros para matar humanos. Tecnicamente cegos, mas conseguem captar o cheiro do feromônio, que é exalado quando os humanos sentem medo.
Então nasce o fantasma original, Cypher Raige (Will Smith). Acredita-se que ele seja livre de qualquer medo e seja invisível para as ursas. E esse fenômeno é conhecido como fantasma.Kitai Raige (Jaden Smith) está treinando para ser um Ranger. Contudo, um incidente cria a oportunidade para Kitai dar orgulho a seu pai.
O General Cypher Raige é um herói, respeitado e homenageado por muitos. O seu esforço para trazer segurança para Nova Prime é sem medidas, de maneira que se mostra sempre ausente para com a sua casa. A necessidade de ter um posto nos Rangers, para o adolescente Kitai é uma tentativa de aproximar-se do seu pai. O distanciamento é tão desesperador para o jovem, que este se mostra exaltado quando seu Comandante o reprova. Para o garoto a reprovação evidencia o distanciamento, o torna vulnerável.
Quando foi a última vez que conversou com seu filho? Quando vocês se sentaram e brincaram? Qual foi a última vez que você o elogiou ao invés de criticá-lo? De que lhe adianta ter uma igreja fervorosa e sentimentos gélidos dentro de casa? De que adianta ganhar o mundo inteiro e perder sua família?
Semelhante a este personagem ficcional você também é um herói para seus filhos. Você acredita que ele quer pregar e louvar por conta de quem? É por sua conta de seus pais que lhe são como modelos. Você ainda tem sido modelo para seus filhos?
Há muitos pais como fantasmas, meras aparências representativas, mas são invisíveis. Saibam que a superabundância de tarefas da sua vida secular e espiritual não lhe priva de levar seus filhos para sair, de dar-lhes algumas horas ou mesmo alguns minutos do seu “precioso tempo”.
Lembremos-nos do sacerdote Eli, que em meio a sua cegueira não contemplou como estava sua casa, semelhantemente Samuel. Qual o legado que você quer deixar?
O Apóstolo Paulo aconselhou em uma das suas epístolas ao jovem Timóteo:
“Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente.”
São duras e verdadeiras tais palavras, sobretudo quando pensamos que a família foi à primeira instituição formada por Deus. O cuidar não diz respeito apenas a alimentos e vestimentas, lembrem-se, somos seres dotados de sentimentos, carentes de atenção.
No desenrolar da obra fílmica Kitai torna-se um fantasma. Contudo, ele reconhece que ser fantasma é ariscado e afirmou querer outra vida para si.
Que possamos buscar cada vez mais sabedoria em Deus, para podermos administrar nossa família. Afinal, você quer ser um herói para eles ou um fantasma?

ATEUS CONSEGUEM IMPEDIR DISTRIBUIÇÃO DE BÍBLIAS EM ESCOLAS

Ateus conseguem impedir distribuição de Bíblias em escolas
Desde sua fundação em 1908, o ministério Gideões Internacionais distribui porções da Palavra de Deus ao redor do mundo. Atualmente são mais de 190 países que contam com voluntários fazendo a distribuição.
Entre os locais mais comuns para se se encontrar os Novos Testamentos de bolso, característicos do ministério, estão hotéis, hospitais, prisões e escolas. Mas por causa do processo de um grupo ateu, não será mais possível fazer a distribuição de Bíblias e Novos Testamentos (edição combinada com Salmos e Provérbios) nas escolas públicas do Canadá.
O site dos Gideões Internacionais diz “Nós acreditamos que a Palavra de Deus pode mudar vidas”. No entanto, Rene Chouinard, líder de um grupo ateísta, ficou irritado por que, durante vários anos, os Gideões distribuíram Bíblias para os alunos na escola onde sua filha estuda.
Ateísta militante, Chouinard procurou a direção do distrito escolar e pediu para dar aos alunos um livro ateu que compara Deus ao Papai Noel e afirma que a Bíblia “está cheia de erros”. Diante da recusa das autoridades escolares, Chouinard entrou com um processo na justiça canadense.
A decisão sobre o caso foi proferida pelo juiz David Wright, do Tribunal de Direitos Humanos de Ontário, que decidiu em favor dos ateus. Em seu veredito, ele também classificou a distribuição de literatura religiosa em escolas como “discriminação”.
Este é o segundo revés sofrido pelo grupo, que atua nas escolas canadenses desde 1936. No ano passado uma decisão parecida os impedia de distribuir material cristão no distrito de Bluewater. Na época, Kelvin Warkentin, porta-voz dos Gideões Internacionais canadenses, reconheceu que os tempos mudaram e que o processos de secularização da sociedade parecia irreversível.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, onde o Gideões Internacionais foi fundado, corre um processo semelhante. A organização American Civil Liberties Union (ACLU) entrou com um processo judicial no Estado do Kentucky exigindo a proibição da distribuição de Bíblias dos Gideões nas escolas públicas.
O argumento da ACLU é que esse tipo de distribuição é inconstitucional e fere o Estado laico. O processo foi questionada na justiça pelo grupo de juristas cristãos Alliance Defending Freedom (ADF).
O advogado Rory Gray, membro da ADF, esclarece: “As escolas públicas devem incentivar a livre troca de ideias, e não fechar as portas para que isso aconteça”. Segundo o Jeremy Tedesco, também da ADF: “As escolas americanas não devem permitir que a ACLU os intimide, fazendo uma clara violação constitucional [da liberdade de expressão]“.
O Tribunal de Apelações que tem jurisdição sobre Kentucky sustenta que “os Gideões podem distribuir literatura religiosa para alunos nas escolas públicas desde que em condições de igualdade com grupos seculares”. A Associação de Escolas do Kentucky defende-se, afirmando que as escolas não podem proibir a distribuição de literatura cristã. 

ARQUEÓLOGO APRESENTA “PROVAS” DA TRAVESSIA DO MAR VERMELHO

Tecnologia foi fundamental na busca pelos vestígios após mais de 3 mil anos. O professor de hebraico antigo e arqueólogo Michael Rood está lançando um DVD em que promete mudar o entendimento da narrativa bíblicade Êxodo, em especial da travessia do Mar Vermelho. 

Tudo está documentado em um filme de aproximadamente duas horas, disponível em DVD e Blu-Ray, mas por enquanto apenas em inglês. Ele fez gravações de vídeo subaquáticas no local historicamente identificado como o ponto de travessia. E diz que encontrou formações de corais que se parecem com as rodas das carruagens egípcias, além de ossos humanos e outras evidências do relato do Antigo Testamento.

Rood afirma: “Ateus zombaram da simples menção disso, religiosos modernos negam sua veracidade, especialistas afirmam que os locais tradicionais estão errados. Mas você verá [em vídeo] as evidências científicas e arqueológicas que ficaram preservadas em corais e pedras como testemunho para esta geração da travessia do Mar Vermelho e dos eventos no verdadeiro Monte Sinai”.
roda coral mar vermelho Arqueólogo apresenta novas provas da travessia do Mar Vermelho
Durante meses, Michael Rood e uma equipe internacional de cientistas e exploradores documentaram os achados arqueológicos que consideram um dos mais importantes da história da raça humana. Eles vasculharam o antigo “Yam Soph” (o moderno “Golfo de Aqaba” também conhecido como “Mar Vermelho”), usando câmeras submarinas robóticas que mostram um grande campo de batalha submarino, onde o que sobrou do exército de Faraó ainda permanece incrustado no fundo do mar.
Segundo o arqueólogo, do exército que perseguiu o povo de Deus, estima-se que cerca de 20.000 carruagens foram destruídas naquele dia. Algumas formações de corais encontradas ainda hoje mostram, com a ajuda da tecnologia, que se tratam de vestígios de rodas com quatro pontos de sustentação, que são idênticas aos desenhos encontrados em tumbas egípcias do mesmo período.
roda egpicia mar vermelho Arqueólogo apresenta novas provas da travessia do Mar Vermelho
E mais, as rodas estão cobertas por uma fina camada de ouro, algo pouco comum, que lhes concedem uma identidade única. O coral, por natureza, não se desenvolve sobre o ouro, o que permite que mesmo depois de tanto tempo os vestígios sejam facilmente identificáveis.
Além disso, ao longo da história, rodas de quatro, seis e oito raios foram usadas, mas as encontradas pela equipe são da 18 ª dinastia, ou seja, de 1.446 aC, quando acredita-se que o êxodo ocorreu.

AULA DE TEOLOGIA 32 - O REINO UNIDO DE ISRAEL

IRMANDADE MUÇULMANA É BANIDA NO EGITO

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A corte administrativa do Cairo proibiu a Irmandade Muçulmana e qualquer ONG  ou organização filiada ao grupo islamita de atuar no Egito. A decisão foi anunciada e também determina que o governo interino se aproprie dos fundos do partido e forme um painel para administrar seus ativos congelados até que todos os recursos sejam julgados.
As autoridades militares do país têm perseguido o grupo desde o golpe que destituiu o presidente islamita Mohammed Morsi da presidência no dia 3 de julho. Nos últimos três meses dezenas de membros da Irmandade Muçulmana foram detidos sob suspeita de incitar a violência e cometer assassinato. O golpe militar devolveu o governo às Forças Armadas, e centenas de simpatizantes que foram às ruas exigir a restituição de Mohammed Morsi  foram mortos em confrontos com militares, que retrataram os conflitos como uma guerra ao terrorismo.
Fundada há 85 anos, a Irmandade Muçulmana foi banida pelas autoridades militares do Egito em 1954, mas conseguiu se restabelecer no país como uma organização não-governamental em março. A Irmandade também dispõe de um braço político legalmente registrado no país, o Partido Liberdade e Justiça, criado em 2011 após a revolução que derrubou o então ditador Hosni Mubarak.
Depois que  militares retiraram Morsi do poder e suspenderam a constituição de 2012 que favorecia os islamistas, o corte administrativa do Cairo e o ministério da solidariedade social foram instados a revisar o status legal da Irmandade Muçulmana. Este mês, um painel judicial recomendou a proibição do grupo à corte, argumentando que o registro de ONG do grupo era ilegal porque havia sido emitido pelo próprio governo da Irmandade.

AULA DE TEOLOGIA 31 - A MONARQUIA ISRAELITA

ESPECIALISTAS EM PROFECIAS APONTAM PARA “SINAIS INEGÁVEIS” NO CÉU: LUAS DE SANGUE

Especialistas em profecias apontam para “sinais inegáveis” no céu: luas de sangue
Estudiosos cristãos e judeus apontam para tempos proféticos coincidindo com sinais nos céus. De tempo em tempos especialistas em profecias apontam para os sinais de cumprimento de alguma revelação bíblica. Os próximos dois anos serão marcados por diversos “sinais nos céus”, já conhecidos e previstos pela astronomia. Para eles, trata-se claramente da abertura de um dos selos descritos em Apocalipse 6.

O primeiro “alerta para a igreja” veio em 2008, quando o assunto foi levantado pelo pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava ter feito uma descoberta surpreendente. Biltz estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.
“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda.” esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.
Ele lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.
“Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015. O pastor acredita que ao se tratar de sinais na terra, como fomes, pestes e guerras, a humanidade já está acostumada a ouvir falar, mas não ocorrer o mesmo quando são sinais no céu.
Convencido da importância desse fator, o pastor John Hagee fez um estudo aprofundado sobre esses eventos. Este ano, lançou um livro e um DVD com o título “Four Blood Moons: something is about to change” [As 4 luas de sangue: algo está prestes a mudar]. Ele explica que usou as projeções da NASA, relatos históricos e a Bíblia. Para Hagee existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (lua de sangue) e “o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade.”
Seu argumento principal é que ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. Estas aparições estão ligadas a alguns dos dias mais importantes da história judaica:
1492 – o último ano da Inquisição espanhola, quando os judeus foram expulsos da Espanha 1948 – proclamação do Estado de Israel e a Guerra da Independência
1967 – início da guerra dos Seis Dias, quando Israel lutou contra nações árabes e reconquistou Jerusalém como parte de seu território
“Cada corpo celeste é controlada pela mão invisível de Deus, o que sinaliza eventos futuros para a humanidade. Não há acidentes no movimento solar ou lunar”, argumenta Hagee. Para ele é de extrema importância que os cristãos entendam estes sinais proféticos que apontam para a Segunda Vinda de Jesus.

Mais recentemente, o pastor Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, na Austrália, produziu um longo vídeo em formato de DVD (também disponível no Youtube) sobre os “Os 8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário de Israel).
Segundo ele, tudo o que Deus prometeu na Bíblia está relacionado com Israel e o povo judeu. Falando sobre as raízes hebraicas das profecias sobre o fim dos tempos, ele aponta oito sinais que serão vistos no céu antes do aniversário dos 70 anos da restauração de Israel. Por que o número 70 é importante? Cioccolanti explica: “Porque Israel ficou 70 anos no cativeiro babilônico e demorou 70 anos entre o nascimento de Jesus e a destruição do templo em Jerusalém. Portanto, é algo muito importante o fato de Israel estar prestes a completar 70 anos desde seu renascimento como nação, em 1948.”
Ele faz longas observações tentando explicar os oito sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. Para ele a questão é simples, esses sinais provavelmente “nunca mais ocorrerão nessa sequencia” e alerta: “irão começar em breve”. Lembra ainda que no Talmude, livro judeus de Interpretação da lei, ensina “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentios [resto do mundo].
1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.
2 – Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que quatro eclipses lunares consecutivos são todos eclipses totais. Prenuncio de uma guerra mundial sangrenta
3- Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentios. Aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito
5- Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – Festa dos Tabernáculos (Sukkot) no calendário de Israel
6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7 º aniversário desde a última grande queda do mercado
7 – Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Superlua, que também é um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (Sukkot).
8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém (Jubileu). Brilho extraordinários da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.
Data profética principal: Dia dos 70 anos da Independência de Israel (14 de maio de 2018), marcando o renascimento da nação.
Paralelo a isso tudo, entre os judeus há um crença parecida, baseada nas profecias do famoso rabino Judah ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas deixou escritos com suas conclusões. Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto de Números 25.
1. Desde a data em que profetizou (1217), passariam 6 jubileus (300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos Otomanos a conquistaram em 1517.
2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos. Considera-se cumprida, pois os Turcos ficaram até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico.
3. A cidade de Jerusalém seria uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade durante a Guerra dos Seis Dias.
4. Os Judeus dominariam a cidade durante 1 Jubileu (1967 até 2017?), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo) será em 30/9/2017.
Uma vez que 2017 de nosso calendário será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união de 3 “setes” aponta para perfeição e plenitude, na cultura judaica.

O PAPA FRANCISCO É CATÓLICO?, QUESTIONAM TEÓLOGOS

O papa Francisco é católico?, questionam teólogos
Posturas recentes de Francisco contrariam séculos de tradição do Vaticano. A pergunta “O papa é católico?” parece ser algo impensável para os fiéis católicos. Contudo, muitos dos pronunciamentos e decisões recentes de Francisco lançam dúvidas sobre muitos teólogos. 

Diferentemente de Bento 16, seu antecessor, conhecido pela forte posição dogmática, o argentino Bergoglio parece mais afeito ao populismo. O questionamento do quão católico ele realmente é foi tema de pelo menos 4 artigos recentes em sites de expressão que acompanham a questão religiosa mundial.

O motivo do questionamento é sempre o mesmo. Quando Francisco afirma que os descrentes (não católicos, ou mesmo ateístas) podem entrar no céu, baseado não na fé, mas na premissa que façam o bem e sigam sua consciência.  Ele contrariou a tradição secular a respeito desse assunto e forçou osclérigos de alto escalão no Vaticano a desmenti-lo.
Essa não foi a única questão, ele já fez declarações que soariam “esdrúxulas” algumas décadas atrás, como:
“A igreja não pode interferir espiritualmente na vida dos gays” contrariando novamente Bento XVI, que afirmou: “O homossexualismo é um “mal moral intrínseco”.
Outra questão delicada é sua postura sobre o Estado de Israel. Por ocasião do Rosh Hashaná (ano novo judaico), o papa enviou uma mensagem aos judeus, encorajando um diálogo aberto em questões de fé. Para muitos isso não foi o suficiente. O jornalista Giulio Meotti fez uma grave denúncia, publicada pelo no jornal Israel National News.
Ele acredita que a postura católica beira o antissemitismo. Afinal, um documento recente, assinado pelos Bispos dos EUA, defende que os palestinos atualmente vivendo em Israel sofrem “uma ocupação militar prolongada” pelos judeus. “O papa Francisco nunca se dirigiu aos israelenses nas suas mensagens, nem defendeu abertamente o Estado Judeu desde que foi eleito pelo Colégio dos Cardeais. Parece que não há espaço para os sionistas fiéis e obstinados no sorriso leniente do papa. Em seus discursos, as aspirações nacionais judaicas são ignoradas, e até mesmo denegridas”, asseverou o jornalista. O papa não respondeu as acusações.
Mas isso não é tudo. Outras questões estão sendo levantas por pessoas bem próximas ao pontífice. Ao passo que Bento XVI proibia um diálogo aberto sobre o celibato de padres e freiras, e se eles deveriam receber permissão para se casar. Francisco já disse que o celibato clerical poderia mudar e pode estar prestes a colocar o assunto na pauta para um debate sério, segundo reportagem do canal Fox News.
Essa é a conclusão óbvia devido à postura do arcebispo italiano Pietro Parolin, empossado em agosto como secretário de Estado do papa, ou seja, atual segundo no comando do Vaticano. Ele declarou recentemente que o celibato do clero não é um dogma.
No início de outubro, uma nova polemica se acende. Durante a mais recente reunião da Comissão Internacional Católica Romana/Anglicana, o arcebispo Bernard Longley sinalizou que o Vaticano pode estar disposto a “flexibilizar” a partilha da Eucaristia com membros de outras denominações cristãs.
Em nome do ecumenismo atual, esse tipo de colocação derruba argumentos centenários de mútua exclusão e excomunhão. Uma questão tão séria, que no passado resultou inclusive em guerras religiosas entre católicos e protestantes, sobretudo na Europa. Algo que não parece ser um problema para o papa que recebe a visita de pastores no Vaticano e ouve deles uma “palavra profética”.
Ou que “reza” com pastores e fiéis da Assembleia de Deus durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro.
Na se pode dizer ao certo o que o papa Francisco pensa sobre a aparente contradição ente ele e alguns dogmas que persistem há séculos no seio da Igreja Católica. Mas pode existir uma dica na sua última entrevista de grande repercussão, afirmou: “A tradição e a memória do passado deve ajudar-nos a ter a coragem de abrir novas áreas para Deus. Aqueles que hoje sempre procuram soluções disciplinadoras, que anseiam por uma exagerada “segurança” doutrinária, aqueles que obstinadamente tentam recuperar um passado que não existe mais… Eles têm uma visão estática das coisas.  Se for deste modo, a fé torna-se apenas uma ideologia entre outras ideologias”.
Mesmo assim, ele reafirma um antigo dogma: “Apenas a igreja é capaz de interpretar a Bíblia” o que dificulta ainda mais a compreensão de algumas de suas próprias colocações. Embora sejam celebradas como sinal de “abertura”, o jornal inglês The Guardian resume bem ao afirmar: ou as grandes mudanças propostas por ele devem mudar a Igreja Católica ou o papa possui uma “inocência teológica” capaz de confundir até mesmo os católicos.

JUDEUS CREEM MAIS EM JESUS E MENOS EM ISRAEL

Judeus creem mais em Jesus e menos em Israel
Pesquisa mostra mudança no perfil do judaísmo. Israel define-se como o primeiro e único Estado judeu. Após mais de 3000 mil anos da fundação de Jerusalém, o perfil dos judeus apresenta mudanças significativas entre os judeus. Uma pesquisa publicada este mês pelo Instituto Pew de Pesquisas sobre Religião, 30% dos judeus afirmam estar “emocionalmente muito ligado” a Israel, enquanto 39% afirmam estar “um pouco ligado”.

Outro número que chama a atenção é que apenas 10% dos judeus afirmam ser ortodoxos. Isso comprova a diminuição entre a população desse grupo que para a maioria do mundo é o típico judeu, que mantém as tradições bíblicas à risca. Entre as gerações também há um abismo: 93% dos maiores de 60 dizem ser judeus fundamentalmente por causa de sua religião. Apenas 68% das pessoas com menos de 35 anos afirmam o mesmo, sendo que outros 32% dizem que são judeus apenas porque nasceram judeus.
Alguns dados da pesquisa surpreendem. Dois mil anos atrás um judeu dizer que acreditava em Jesus como Messias podia ser a diferença entre vida ou morte. Em 2013, 34% dos entrevistados afirmam que uma pessoa pode acreditar em Jesus sem deixar de ser judeu, enquanto 60% dizem que isso não é possível. “Eles não estão dizendo o judaísmo permite a crença em Jesus. Estão dizendo que se você nasceu judeu mas se converter ao cristianismo, ainda assim será um judeu”, explica Alan Cooperman, vice-diretor do Instituto Pew de Pesquisas sobre Religião e coautor do estudo.
Como apontavam pesquisas anteriores, cresce o número de judeus que dizem não acreditar em Deus (23%) enquanto 5% dizem não saber. Somente 19% dizem que ser judeu é cumprir as leis da Torá (primeiros 5 livros do Antigo Testamento). Cerca de 40% dos judeus dizem acreditar que a terra de Israel foi dada por Deus ao povo judeu.
Para efeitos de comparação, 82% dos evangélicos dizem crer que Israel foi dado aos judeus por Deus. Quando perguntados se aceitam a possibilidade de Israel e um Estado palestino independente coexistirem pacificamente, 61% dos judeus dizem que sim, enquanto um terço (32%) discordam. Entre os evangélicos, 42% dizem que Israel e um Estado palestino independente podem coexistir pacificamente, enquanto 50% dizem que isso não é possível. 

PASTORES PRESOS POR CAUSA DA FÉ GANHAM DEZENAS DE MUÇULMANOS PARA CRISTO

Pastores presos por causa da fé ganham dezenas de muçulmanos para Cristo
Após um final de semana marcado pelo conflito entre muçulmanos e cristãos que deixou dezenas de mortos no Quênia e no Paquistão, surgem notícias distintas vindas do Irã. A esposa do pastor Saeed Abedini, que está há 12 meses em uma penitenciária no Irã por causa de sua fé, divulgou que o marido permanece pregando sobre Jesus Cristo na prisão.
Naghmeh Abedini falou aos estudantes da Universidade Evangélica Liberty sobre o sofrimento de sua família. Contou que, apesar de ser torturado e ouvir que se não voltar ao islamismo será morto, seu marido já levou 30 pessoas a Cristo. Ele está em Evin, considerada uma das piores prisões do mundo.
Dia 26 de setembro ele completa um ano de prisão e uma nova campanha de oração em favor do pastor Saeed está sendo realizada por ministérios de todo o mundo. Hassan Houhani, o novo presidente do Irã, tomou posse no mês passado. Ele tem se mostrado mais moderado que seu antecessor. Esta semana ele fará sua primeira viagem aos Estados Unidos para falar na assembleia geral das Nações Unidas. O Centro Americano para Lei e Justiça divulgou um comunicado que essa é a melhor hora para o governo Obama “falar, exortar o Irã a libertar o pastor Saeed”.
Um dos motivos dessa confiança é o caso de Ali Abdi Hamzah, também conhecido como “Pastor Jamal”. Ele recebeu um perdão presidencial inédito. Quem divulgou a notícia foi Terry Law, missionário americano que trabalha com a igreja perseguida através do seu ministério, Compaixão Mundial.
“Isso nunca aconteceu antes. É a primeira vez que o perdão é concedido a um muçulmano que se converteu ao cristianismo e passou a pregar a fé cristã a outros muçulmanos”, comemora. Ao total, foram 21 meses de prisão. Em julho de 2011 ele foi condenado a cinco anos de prisão no Iraque, acusado de ser um espião do Irã. Na verdade, o pastor estava distribuindo alimentos às pessoas necessitadas e pregando o evangelho nos campos de refugiados de guerra.
“Desde 2010 ele trabalhava conosco no Curdistão. Ficou detido por 14 meses sem acusação formal. Durante esse período, tentamos desesperadamente tirá-lo da cadeia”, conta Law. Os curdos são um povo sem Estado, que vivem na região entre o norte do Iraque, o sul da Turquia e noroeste do Irã. Embora não tenham o reconhecimento dos outros países, possuem um governo paralelo. De maioria muçulmana, não permitem a mudança de religião.
O pastor Jamal estava doente. Foi detectado um tumor e ele precisava de tratamento. Agora solto, ele poderá receber acompanhamento médico. Ao sair da prisão, Jamal divulgou que levou 28 prisioneiros a Jesus Cristo. O governo dos EUA, juntamente com Terry Law negociaram sua libertação com Karim Sanjari, ministro do Interior da região curda. O atual presidente do Curdistão, Massoud Barzani é de origem iraniana. Ele assinou o perdão oficial, e por isso Jamal foi liberto da prisão após quase dois anos.

ARQUEÓLOGOS ACREDITAM TER ENCONTRADO AS LENDÁRIAS “MINAS DO REI SALOMÃO”

Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias “minas do rei Salomão”
Descoberta pode oferecer comprovação histórica dos reinados de Davi e Salomão. O termo “As Minas do Rei Salomão” é um romance publicado pelo autor inglês Henry Rider Haggard, que fez sucesso no mundo todo.  É a narrativa ficcional sobre uma jornada em meio as selvas do interior da África, onde um grupo de aventureiros busca uma grande riqueza   escondida nas minas que pertenceriam ao rei de Israel, que fora um dos homens mais ricos do mundo em seus dias. 

O interesse sobre o tema chegou a ser mostrado em filmes de Hollywood. Uma exploração real, na década de 1930, liderada pelo arqueólogo americano Nelson Glueck afirmou ter encontrado as verdadeiras “minas do Rei Salomão”, não no interior da África, mas na região onde ficava o reino bíblico de Edom.

Pesquisas realizadas ao longo do século 20 questionavam as afirmações de Glueck, especialmente após a descoberta de um grande templo egípcio no centro do vale, em 1969. Para um grupo de influentes arqueólogos, os antigos egípcios construíram as minas no século 13 a.C., em um período muito anterior ao reinado de Salomão no século 10.
As recentes escavações em minas de cobre no extremo sul de Israel podem oferecer novas evidências sobre o reinado de Salomão, que dominou a região durante 40 anos. Sabe-se que durante a chamada “Idade do Ferro”, teve início a exploração dos depósitos de cobre no Vale de Timna, que hoje fazem parte de Israel.
Existem milhares de antigas minas e dezenas de locais de fundição naquele distrito. O debate atual dos arqueólogos é sobre quem controlava essas minas, e quando isso ocorreu. As escavações recentes realizadas no Vale de Timna revelaram ao mundo artefatos do século 10 a.C, o que coincidiria com o período do rei Salomão. Contudo, especialistas acreditam que as minas eram exploradas pelos edomitas, um povo que várias vezes guerreou com Israel.
minas do rei salomao Arqueólogos acreditam ter encontrado as lendárias minas do rei Salomão
Possível local das minas do rei Salomão.
“Sem dúvida, as minas são do período do rei Salomão”, assevera o arqueólogo Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv. “Essas descobertas podem nos ajudar a compreender a sociedade local, pois se não fossem minas teriam passado despercebidas”.
Desde o ano passado, Ben-Yosef e sua equipe fazem escavações em uma área conhecida como “Colina dos Escravos”, um local de fundição inexplorado, que contém centenas de fornos e camadas de cobre restante da extração do metal.
Embora não existam ruínas arquitetônicas significativas no local, os arqueólogos encontraram pedaços de roupas, cordas, tecidos e objetos de cerâmica, além de restos de alimentos. Foram recolhidas 11 amostras desse material e submetidas a testes de datação de carbono na Universidade de Oxford, Inglaterra. Os resultados mostram que os itens datam da época do reinado de Salomão.
Ben-Yosef comemora, “No Vale de Timna, certamente descobrimos uma sociedade com alto grau de desenvolvimento, organização e poder”. A importância da descoberta se dá por que na arqueologia existe um antigo debate se os reis Davi e Salomão de fato existiram. Até recentemente, as únicas menção a eles encontravam-se nos textos do Antigo Testamento e na tradição judaica.  Ben-Yosef acredita que sua descoberta poderá provar que essas figuras bíblicas tinham controle sobre as minas do Vale de Timna, apelidadas agora de “as minas do Rei Salomão”.
A descoberta ainda precisa passar pelo longo e criterioso processo de reconhecimento arqueológico, mas deve entrar para a história quando for publicada em breve na conceituada revista científica American Schools of Oriental Research. Parece receber uma importância maior no momento em que cresce em Israel a possibilidade de se reconstruir o Templo de Salomão, pois o principal argumento dos muçulmanos que dominam o local é que não existem provas científicas provando que Salomão sequer existiu.

AULA DE TEOLOGIA 30 - SAMUEL: JUIZ DE TRANSIÇÃO

TRAILERS DE JAY Z MOSTRAM SUA RELAÇÃO COM OS ILLUMINATIS E SATANÁS

Jay Z fala de sua relação com os Iluminatis, e que sua alma está presa a eles, e que ele não pode morrer. Ou seja, se ele morrer ele vai para o inferno, e ele sabe disso.


Jay Z fala que serve a Lúcifer.

Video em que fala provavelmente do colapso da sociedade, e que você não vai encontrar mais Igrejas para procurar Deus.


A música “Umbrella”, executada por Rihanna e Jay-Z : Profecia satânica sobre a Crise Econômica Mundial

GAME ESTIMULA SUICÍDIO PARA SE “ENFRENTAR DEMÔNIOS”

Game estimula o suicídio para se “enfrentar demônios”
Age of Wushu é um dos muitos jogos da nova geração (MMO) que traz claras influências pagãs. A temática apresenta uma eterna batalha entre o bem e o mal. Uma nova versão traz agora uma visão de como isso acontece no coração de cada jogador. Com o título de “Possessed Encounter” [Encontro dos Possuídos], deve chegar ao público nos próximos meses.
Entre as várias opções desse jogo de luta, cujos personagens são guerreiros orientais, está o “jianghu” (suicídio). Cada jogador pode matar seu próprio personagem pulando de um penhasco, usando sua própria espada ou se jogar num rio e se afogar.
Essa morte abre uma fase diferente, onde é possível lutar contra seus demônios que afligem sua própria alma.  Ao chegar no mundo subterrâneo, o jogador passa por um tipo de    julgamento, feito por uma entidade chamada Manifestação da Justiça. Se aceitar o desafio, surgirá um demônio que mostrará ser o causador de ódio, ganância, obsessão, delírio, ou ressentimento.
Cada “manifestação do mal”, como é chamada, possui um tipo específico de arsenal.  Se vencer, o jogador será recompensado com tesouros abundantes. Segundo informações divulgadas pela empresa que criou o game: “A dificuldade de seu encontro infernal é baseada no nível de seu personagem. Se você tem medo de ir sozinho, poderá chamar dois amigos para ajudá-lo, mas eles terão de cometer suicídio também”.
Anos atrás, a série de games “Diablo” permitia que os jogadores entrassem no inferno e combatessem diferentes tipos de demônios, cujo líder, o Diabo, deveria ser derrotado na última fase. 

PESQUISA INDICA QUE AS MULHERES CREEM MAIS NO DIABO QUE OS HOMENS

Pesquisa indica que mulheres creem mais no diabo que os homens
A maioria das pessoas que vivem na civilização ocidental acreditam no diabo, especialmente as que vêm da tradição cristã. Mas esse percentual está em declínio nos últimos anos na Europa e nos EUA. Pesquisas recentes apontam que apenas 25% de muçulmanos e 17% dos judeus creem na existência de espíritos do mal.
Uma nova pesquisa sobre a existência de espíritos malignos indica que as mulheres tendem a crer mais que os homens. Os dados divulgados pelo Instituto YouGov considerou a opinião de 1000 americanos maiores de 18 anos.
As principais questões foram:
Você, pessoalmente, acredita na existência do diabo?
Sim – 57%
Não – 28%
Não sei – 15%

Você acredita que alguém pode ser possuído pelo diabo ou algum espírito maligno?
Sim – 51%
Não – 28%
Não sei – 20%

Com que frequência você acha que as pessoas são possuídas?
Com muita frequência – 6%
Com alguma frequência – 9%
Ocasionalmente – 29%
Raramente – 45%
Nunca – 11%

Algumas igrejas fazem orações para livrar as pessoas da ação de demônios. Você acredita no poder de ‘exorcismo’ (ou ‘libertação’)?
Sim, eu acredito – 46%
Não acredito – 19%
Não sei – 36%

Após cruzar os dados, alguns aspectos chamam atenção. Um percentual maior de mulheres (61%) do que de homens (53%) acreditam na existência do diabo. Também é maior a crença delas (42%) do que deles (50%) na libertação através da oração. No quesito religioso, a crença é maior entre os evangélicos (86%) que os católicos (66%).
A idade também influencia bastante. Entre os mais jovens (18-29 anos), 50% acreditam, 29% disseram ‘não’ e 21% não sabem. As pessoas com mais de 65 anos tiveram percentuais diferentes: 59% (sim), 28% (não) e 13% (não sabem).
No Brasil, pesquisas desse tipo não ocorrem com muita frequência. A última consulta nacional sobre o assunto é de 2007. O Instituto Datafolha divulgou que 75% dos brasileiros acreditavam na existência do Diabo, 15% diziam não acreditar e 9% respondeu que não sabia. 

Entre os evangélicos a taxa dos que diziam acreditar no Diabo era de 95%, não acreditava 4% e não sabia 1%. Entre os católicos, 73% (sim) 11% (não sabe) e 16 % (não). Para os espíritas, a taxa dos que não acreditam (50%) supera a dos que acreditam (44%), os que diziam não saber totalizam 6%.
É interessante pensar no que disse o escritor e teólogo inglês CS Lewis: “Há dois erros perigosos que os seres humanos podem cometer quanto ao diabo e seus demônios. Um é não acreditar em sua existência. O outro é acreditar que eles existem e ter um interesse excessivo pelo assunto.”